Primeiro deixa a entender que o projeto não era para 13 mas sim para 7 provas, tendo na realidade a equipa disputado 8 provas com Armindo Araújo, mas apenas sete integrado o projeto WRC Team Mini Portugal.
Em segundo lugar admite ter havido muita pressão sobre Armindo Araújo, deixando a entender que houve um entendimento comum entre o piloto e a equipa para ele parar, refletir e descansar.
Diz ainda Pianto, que não foi um decisão pessoal, mas que a mesma foi tomada por razões desportivas, o que não é estranho de compreender face aos resultados pouco positivos que o piloto obteve.
O chefe da equipa diz ainda que Chris Atkinson é o piloto que se segue para substituir Armindo Araújo, já a partir da Alemanha.
Bruno di Pianto: “esta época existiu demasiada pressão desde o início. Só em Monte Carlo se soube que a nossa equipa teria a possibilidade de fazer correr dois pilotos em todas as provas do calendário, e como devem calcular, a pressão sobre o Armindo foi significativa. Depois do Rally da Finlândia decidimos que era melhor para ele, fazer uma pausa, relaxar e readquirir o seu foco no desporto, e a forma como ele o encara. Trabalhamos juntos há muitos anos onde conseguimos dois títulos mundiais no PWRC, só que há uma altura em que temos de admitir que algo não está bem, e espero que tenhamos chegado a essa conclusão na altura certa. A decisão não foi tomada de ânimo leve, e a equipa deseja ao Armindo o melhor para o seu futuro”
fonte: ralis.online.pt


es o perfeito anormal pianto.
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